Cerveja estupidamente gelada

Eu fico muito feliz quando recebo comentários neste blog, feitos por grandes amigos que me prestigiam em cada postagem que faço. Com suas bem colocadas opiniões sobre diversos assuntos de nosso interesse comum, acabamos trocando ideias, e não raras vezes aprendemos uns com os outros.

Estupidamente congelada
Outro dia eu estava conversando aqui com um amigo, na seção de comentários da postagem sobre o tempo de reação, em que eu dizia como a reação se torna mais lenta quando uma pessoa se encontra alcoolizada, e foi então que surgiu uma pergunta a respeito de um fato que ocorre comumente, quando alguém segura inadvertidamente uma garrafa de cerveja, a qual encontra-se no ponto que chamamos de estupidamente gelada. Se uma pessoa sem experiência, ou que seja novata na arte da apreciação desta bebida, segura e abre a garrafa de maneira inapropriada, acaba fazendo com que o precioso líquido interior se congele e estrague o prazer dos demais amigos do grupo, que aguardavam ansiosos para degustar a "loira gelada" em um momento de descontração de uma tarde, após os estresses que fazem parte do cumprimento dos deveres durante a semana.

Estado Metaestável
Para entendermos por que ocorre este repentino e inesperado congelamento, temos primeiramente que entender o conceito de estado metaestável. Dentre tantas definições que encontrei, gostei particularmente de uma feita pela Wikipedia. Lá tem também uma figura que achei bem didática para compreendermos da forma mais simples possível o que ocorre neste caso. Leia:

“Um estado metaestável corresponde a qualquer estado do sistema diferente do estado de equilíbrio mais estável – diferente do equilíbrio termodinâmico – que tenha consigo associado uma restrição que impeça a transição imediata deste para o estado mais estável sem alguma perturbação significativa de origem geralmente externa ao sistema. O sistema pode assim permanecer por longos tempos no estado metaestável sem transitar para o estado mais estável. Contudo, presente a influência externa – ou interna adequada – o sistema irá transitar para o estado mais estável.”
 
Representação clássica unidimensional de um sistema com um estado metaestável (1), um estado instável (2) e um estado estável (3). A bolinha é assumida estática em cada um dos pontos indicados. No eixo vertical tem-se a altura, diretamente relacionada à energia potencial do sistema - que corresponde, no caso representado, à energia total do sistema - e na horizontal, a posição espacial da bolinha ao longo da rampa.
  
O caso da cerveja
Vou fazer então agora a comparação desta definição dada pela Wikipedia com o caso em que estamos estudando, que é o súbito congelamento indesejável da cerveja. O que ocorre é que o líquido, em determinadas condições, está a uma temperatura muito próxima do congelamento, ou até mesmo abaixo deste ponto, considerando as condições de pressão a que se encontra. Fazendo uma analogia com a figura acima, podemos dizer que neste caso a cerveja já deveria estar congelada, o que seria o estado correspondente à posição 3 no gráfico - um estado estável para ela. No entanto, ela ainda se encontra no estado correspondente à posição 1 no gráfico - em um estado metaestável - e ainda na forma líquida, bastando que um pequeno balanço, movimento brusco, ou um contato com temperaturas um pouco mais elevadas, faça com que ela adquira energia suficiente para que se eleve à posição 2, ultrapassando a barreira que a impedia de chegar rapidamente à posição 3 (congelada).  

Como evitar?
Os mais experientes apreciadores deste derivado da cevada, já tendo passado por situações como estas, desenvolvem cada um ao seu modo, técnicas que podem evitar este infortúnio. Alguns seguram delicadamente a garrafa, de preferência apenas pela tampinha ou na ponta do gargalo, para em seguida abri-la cuidadosamente. Outros passam antes a mão no fundo da garrafa, o que pelo que li, se tornou apenas um mito que não resulta em nenhum benefício prático. O fato é que, se o primeiro procedimento for adotado, segurando-se apenas na ponta do gargalo, abrindo-a com muito cuidado, e em seguida despejando-a bem lentamente, pode-se obter sucesso, e assim todos poderão tomar a cerveja no ponto limite do gelado, apesar de que os entendidos dizem que desta forma não se consegue distinguir apropriadamente o paladar dos diferentes tipos de cervejas. Eles recomendam que para os que desejam apreciar devidamente esta bebida alcoólica tão popular no mundo, a bebam a uma temperatura entre 6°C e 10°C. 

Efeitos da cerveja
Apesar de eu também apreciar uma cervejinha nos finais de semana, me sinto no dever de alertar as pessoas para os efeitos do abuso do álcool. Sou a favor de que se criem penalidades mais severas aqui no Brasil para os motoristas que são pegos embriagados ao volante, pois nós estamos sujeitos a sermos vítimas de um cidadão irresponsável, que pode acabar com nossas vidas ou de alguma pessoa querida mais próxima de nós. Preparei uma tabelinha com os efeitos do álcool. O problema é que estes efeitos podem variar de pessoa para pessoa, e dependem do organismo de cada indivíduo, e até mesmo do estado psicológico de cada um. Dizem que algumas pessoas, com apenas alguns copos de cerveja, se estiverem cansadas ou mal alimentadas, já podem perder bastante a atenção no trânsito.

Uma garrafa de 600 ml, resultaria em 0,2 a 0,25 gramas de etanol por litro de sangue, com estômago vazio,  e 0,1 a 0,15 gramas por litro de sangue, após uma refeição mista.

Fonte:
http://fisicomaluco.com/wordpress/2007/06/21/porque-a-cerveja-se-congela-ao-abrir/

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19 comentários:

  1. JAIRO....CAVALCANTI....É INTERESSANTE A CIENCIA DO SUCO DE CEVADA...GOSTEI DEMAIS DESTE ARTIGO A RESPEITO DO MESMO...O CAVALCANTI QUASE ME FEZ SAIR DA ABSTEMIEDADE ME FAZENDO VIAJAR NA SUA EXPLICAÇÃO DESCRITIVA...SERVE UMA AI JAIRO...E COM TRES COPOS...UM PRA TI...UM OUTRO PRO CAVALCANTY...E O OUTRO PRA QUEM SE DISPOR A SENTAR CONOSCO...POIS PRETENDO PERMANECER AINDA ABSTEMIO POR UM POUQUINHO DE TEMPO...KKK...PARABÉNS...PAZ E AMOR!

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  2. Olá Jairo,

    Ficou muito bom este artigo. Para nós que já sabemos "como funciona" na prática, evitamos segurar a garrafa pelo seu corpo; mas faltava a teoria envolvida. Pelo que entendi, o líquido pode ficar num estado "quase congelante", mas sem congelar. A troca de energia de nossas mãos que estão mais quentes, no corpo da garrafa, bastaria para agitar as moléculas e causa o congelamento. Ou mesmo somente a agitação da garrafa. É a física mais uma vez explicando fatos de nosso cotidiano.

    E se nossas mãos estivessem numa temperatura praticamente igual à do líquido no interior da garrafa, será que também causaria o congelamento? Somente hipoteticamente...

    Uma outra questão me surgiu, que também não sabia, mas pesquisei agora mesmo na internet, é o fato de destilados como a vodka e o conhaque, por exmplos, não congelarem em nossos freezers. Simplesmente porque o ponto de fusão é menor, devido aos cerca de 40 a 50% de álccol etílico em sua composição, cujo ponto de fusão está próximo de 117°C. O destilado adicionado de sais e outros compostos, diminuem ainda mais o ponto de fusão, cerca de -20°C. Como a cerveja tem muita água em sua composição, o ponto de fusão está próximo de zero.

    E se tivermos sedentos para apreciar o líquido dourado, como fazemos se ainda não estão gelados? Achei este site que tráz uma dica muito boa:
    http://confrariadabirita.com.br/cerveja-gelada-em-5-minutos.html

    É isso aí meu amigo Jairo, vamos apreciar o sabor da cerveja, e não simplesmente beber para ficarmos bêbados e dar vexames! ;D

    Um grande abraço e um brinde à sua saúde!

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  3. Oi, Grossi!

    Deu até vontade de tomar umas.

    Meu limite é três cervejas.

    Uma dúvida. Acontece com o vinho também?

    Valeu.

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  4. Jairo, que artigo incrível é esse, heinh meu caro?

    Excepcional! Já está em meus favoritos. ;)

    Já agora, destaco um dos vários trechos interessantes:

    "(...) faça com que ela adquira energia suficiente para que se eleve à posição 2, ultrapassando a barreira que a impedia de chegar rapidamente à posição 3 (congelada)."

    Agora poderei explicar aos colegas, à luz da ciência (mesmo sendo da área de exatas, não sabia explicar :( ) quando a mesma congelar-se.

    Sem palavras: um dos melhores artigos que tive o prazer de ler até hoje.

    Abraços e mais uma vez, PARABÉNS!!!!

    :)

    Cavalcanti

    P.S.: ontem mesmo bebi duas long neck's da Heineken em minha residência. Aprovadíssima. ;)

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  5. Gossi ,

    muito bacana sua matéria...
    Percebo que em todos os momentos , temos a oportunidade de contemplar a vida ,e que a linha que separa o estado de "no ponto" para um outro , só depende de nossas observações... ou de quantas e quantas bebemos rsrsrsrsrsrs... , HIC , HIC *#@%$!!!!!

    estarei acompanhando mais...
    braços.

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  6. @BOLÂO HIPPIE:
    E ai Bolão! Tudo em paz?
    Fico grato mais uma vez por você prestigiar este nosso espaço de trocas de ideias.
    A mesa está pronta aqui em Piracicaba. Já chamei o garçom. Só faltam vocês. Vou convidar o amigo professor Valdir, de lá de Natal(RN), que também é abstêmio, mas vocês dois podem escolher o que querem tomar para acompanhar: Um refrigerante estupidamente gelado, ou sei lá.... (Eu tinha um amigo que curtia chimarrão nas nossas reuniões).
    Está feito o convite.
    Eu notei uma brecha na sua frase:
    "...PRETENDO PERMANECER AINDA ABSTEMIO POR UM POUQUINHO DE TEMPO." Foi por causa do "POUQUINHO".
    Cuidado com o Cavalcanti que ele acaba te convencendo a diminuir ainda mais este POUQUINHO.

    PAZ E AMOR.

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  7. @Kleber:
    Vou colocar aqui a minha opinião a respeito da sua pergunta, mas é somente uma intuição minha:

    "E se nossas mãos estivessem numa temperatura praticamente igual à do líquido no interior da garrafa, será que também causaria o congelamento? Somente hipoteticamente..."

    Eu acho que se nossas mãos estivessem à mesma temperatura da garrafa, teoricamente isso não afetaria o equilíbrio metaestável, pois as moléculas que compõem a cerveja, na grande maioria, água e álcool, só adquiririam força suficiente para "subir a rampinha" de energia e "cair" ao estado 3, de equilíbrio estável(congelada), a partir de uma agitação (energia cinética) ou de um acréscimo de energia térmica, que no caso poderia vir da temperatura mais alta de nossas mãos ou do ambiente externo à garrafa. Já vi, por exemplo, cerveja congelando só depois que foi despejada no copo(que estava a uma temperatura maior do que ela). É o que ficou popularmente conhecido como "choque térmico".

    Muito boa a sua explicação sobre a diferença que ocorre no caso dos destilados, que ao contrário da cerveja que só tem em torno de 5% de álcool, eles têm porcentagens bem maiores de álcool, e como você bem informou, a temperatura de solidificação do etanol está em torno de -117°C. Bem lembrado também o efeito dos sais das bebidas no abaixamento deste ponto. Desta forma, recomenda-se que a Vodka, por exemplo,seja colocada no congelador,sem maiores problemas de estourar a garrafa, o que fatalmente poderia ocorrer no caso das cervejas,que têm muita água em suas composições. Valeu pelas informações.É por essas e outras que eu digo que considero vocês como grandes colaboradores do INFRAVERMELHO. As seções dos comentários de pessoas interessantes e tão instruídas são um verdadeiro complemento às postagens, e acabam se tornando imprescindíveis para um entendimento mais completo do assunto. Agradeço pessoalmente a você, meu amigo.

    Gostei do link que você passou sobre este macete para gelara rapidinho as cervejas. O professor Adão Reinaldo, que é também um parceiro, publicou a um tempo algo parecido. Clique
    http://adaoreinaldo.blogspot.com.br/2011/01/aplicando-quimica-e-fisica-para-gelar.html

    Que eu me lembre, nunca adotei esta prática,acho que por preguiça mesmo, mas me lembro de ter ido a alguns churrascos em que jogaram sal no gelo.

    Abraço.

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  8. @Aloísio Teixeira:
    Tudo bem, Aloísio?
    Que prazer poder contar com a participação de uma pessoa tão inteligente, enxadrista, matemático, e agora blogueiro. Acompanho sempre seus artigos. O problema é que como não sou matemático, me falta capacidade para compreender as demonstrações de nível elevado de algumas postagens, mas tenho certeza de que elas são muito úteis aos colegas da área de cálculos. Percebo através delas,que você tem uma mente privilegiada, e é por isso que digo que me sinto orgulhoso por ter frequentadores do meu blog de tão alto nível como o seu, e de tantos outros.

    Respondendo à sua pergunta:
    "Acontece com o vinho também?"

    Como o nosso amigo e igualmente grande matemático Kleber Kilhian nos informa em seu comentário, os destilados têm uma concentração bem maior de álcool em suas composições, e devido a isso, o ponto de solidificação(congelamento) é bem mais baixo. No entanto, acredito que poderia também ocorrer,nestas baixíssimas temperaturas, um estado metaestável, mas como eu disse,dificilmente alguém iria querer apreciar estas bebidas a uma temperatura tão congelante. Bem...são só suposições minhas, mas acho que seria possível que ocorresse o mesmo com os vinhos.

    Abraço.

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  9. @Cavalcanti:
    Que bom que você gostou. Note que sua dúvida se tornou motivo de inspiração para que eu fosse atrás de informações mais detalhadas, e pudesse explicar de forma bem simples e didática o que ocorre no caso deste inconveniente congelamento das "loiras geladas". Só quem já passou por isso sabe o transtorno e a dor no coração que dá quando vemos frustadas as nossas esperanças de degustar a espumosa no ponto ideal para nós, principalmente em dias de calor escaldante.

    Eu gosto da Heineken. Só não gosto muito do preço dela, mas o que mais senti for não ter encontrado uma foto para colocar na postagem, com cervejas supergeladas,na qual tivesse a minha favorita,que é a Brahma (da fábrica de Agudos(SP)!).

    Abraço.

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  10. @1felipekaos:
    Olá, Felipe.
    Obrigado pela sua participação nos comentários. Seja bem-vindo ao time.
    Realmente, o álcool faz com que nossas percepções se alterem, mas sabendo apreciar com moderação, acredito que serve para distrair, relaxar,e facilitar a desinibição em uma conversa com um grupo de pessoas que compartilham momentos agradáveis conosco.

    Abraço.

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  11. A Brahma também é a minha favorita. É a que mais saboreio, Jairo.

    Já agora, deixei um comentário no último artigo que escrevi no Astropt, fazendo um convite às pessoas apreciarem esse ótimo artigo aqui no Raios Infravermelhos.

    Penso que juntos somos mais fortes e todos acabamos ganhando com isso. ;) A ciência, agradece. ;)

    Abraços.

    Cavalcanti

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  12. E cá agora, cadê as leitoras do Raios Infravermelhos que apreciam Ciências e uma boa cerveja? Vamos lá, garotas! ;)

    Cavalcanti

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  13. Blz, eu sabia abrir a garrafa com os dente, kkkkk...mas sempre colocava o mãozão la e congelava quando tava estupidamente gelada..kkkkk q mané...hoje só bebo sem alcool, quando acabava a grana pra gelada, tinha o fiado pra quentinha, daí é um problema né..kkkk...podecre abço!!! shalom

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  14. @Cavalcanti:
    Agradeço pela divulgação do INFRAVERMELHO no AstroPT, que é um site de primeira linha. Fico muito lisonjeado.

    Pois é...As mulheres não têm aparecido muito por aqui. Gostaria que elas comentassem também.

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  15. @MarQuiNhoZ:
    Já presenciei alguns camaradas abrindo cerveja com os dentes, mas sempre achei que não devia ser muito bom para a preservação dentária.
    Obrigado pela participação com seu comentário. Seja bem-vindo às nossas conversas descontraídas, e vejo que o time dos abstêmios participantes destes comentários já quase empatou com os que apreciam a espumosa dourada.

    Abraço.

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  16. Atedendo a pedidos, uma opinião feminina... de um loira muito inteligente!!!

    Bem legal o post Jairo, mas confesso que esse problema da estupidamente gelada não acontece comigo não! Como uma boa apreciadora da cerveja, depois de uma Oktoberfest em Munique e oito meses de treinamento na Alemanha, eu gosto de cervejas fortes e encorpadas, servidas na temperatura ideal de uns 8 graus Celsius para uma lenta e saborosa degustação!

    Abraços

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  17. @Pamela:
    Que bom que você resolveu colocar aqui uma opinião feminina de uma apreciadora, e pelo que vi, muito entendedora também, desta bebida.

    Quando eu ainda era criança(faz tempo...), ouvi um tio meu me falar que os alemães não precisavam gelar a cerveja. Então eu, ainda muito inocente, perguntei ao meu tio:
    -Porque não?
    É claro que a resposta hoje pra mim é óbvia, pois lá, em determinadas épocas, a temperatura ambiente chega a 5ºC, e até bem menos do que isso, não é mesmo?

    Obrigado pela gentil colaboração em nos informar sobre esta temperatura ideal para se degustar a "loirosa", fato que eu aliás também já havia alertado na postagem, pois vi falar mesmo que se estiver muito gelada perdemos o paladar. É por isso que alguns amigos meus dizem que arriscam beber alguns tipos de cerveja que são consideradas mais ruinzinhas, desde que elas estejam bem geladas. É que assim eles não sentem realmente o gosto. :)

    Lembrei-me deste post seu, cujo link esta aí embaixo pra quem quiser clicar e ler, sobre a aplicação dos raios gama nas fábricas de coca cola, para verificar se as latinhas estão adequadamente preenchidas para serem comercializadas.

    http://conhecerparadebater.blogspot.com.br/2011/08/coca-cola-e-os-raios-gama.html

    Será que este método também não é aplicado no caso das latinhas de cerveja?

    Obrigado,
    Abraços.

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  18. Jairo, pode ser que seja aplicado à cervejas sim, já que a Femsa que fabrica a Coca-cola no Brasil, também comercializa cervejas como a Sol, Heineken, Kaiser, Sol,... veja no link:
    http://www.femsa.com/pr/business/marcas.htm

    Se o sistema de raios gama funciona para refrigerantes, porque não aplicar nas cervejas, não é mesmo?

    Dá para perceber que quando se trata de cerveja, o papo rola solto mesmo! Dizem que é paixão nacional: cerveja e futebol... eu discordo, mas como uma nova sugestão de artigo, poderia fazer sobre aquele tal gol, tão comentado do Roberto Carlos...

    Abraços!

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  19. Kleber,

    Se não me falha a memória, o sistema utilizando-se raios gama já existe para bebidas fermentadas.

    Abraços.

    Cavalcanti

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